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Eu Varufakis porque me apetece!

Sou louco, tenho 46 anos e há na loucura um prazer que só os loucos conhecem.

Sou louco, tenho 46 anos e há na loucura um prazer que só os loucos conhecem.

Varu, a opinião que conta! Ou não...

Quando o dia do pai é uma espécie de dia das mentiras!

A brincar a brincar anda por ai muito filho a chamar pai à pessoa errada.

Eu Bicho Varu, do alto do meu mau feitio já por disse por variadíssimas vezes que sou contra esta cena dos dias por isto e por aquilo, quando a sociedade tende em banalizar as coisas eu tenho uma especie de mau feitio e fico do contra, não que eu precise de mau feitio para ficar do contra ou vice-versa!

Vamos lá meter as feministas de biquinhos das mamas em riste; Eu sou defensor que todo o nado vivo e morto deva ser alvo de teste de ADN para verificação de paternidade.

Ponto final paragrafo (comentário para as que se atreverem a contestar o que eu estou a dizer)!

Agora a sério, e apelando ao meu bom senso, sou a favor do cliché de quem não é pai quem faz mas sim quem cria e dá o que tem para dar, sim isso é tudo muito bonito, mas só é bonito e exequível num mundo onde todas as cartas estão postas na mesa.

A césar o que é de césar e ao seu o que é seu, seja ao pai seja ao filho, pois infelizmente muitas vezes não é assim que se processa e todas as regras do jogo são adulteradas em prol de um status da mulher ou de um amor que ela coloca à frente de um outro ser, seja ele quem for!

É certo que há por ai muito homem que deu a queca (para as feministas, foi sozinho) com alguém e foi tudo um erro e qual a melhor forma de tratar um erro? Gerar outro erro.

Podem xingar-me mas existem mulheres vítimas de maus homens com existem o contrário e também existe muita criança cujas mães o único buraco que devia ter sido preenchido era o da orelha do lado esquerdo (momento em que evitei ser bloqueado).

Sou a favor da liberalização de testes de tudo o que que possa levar á transparência, de tudo o que possa defender o erro e a má-fé, para tudo e todos que jamais devem ser vitimas da mentira e do abuso de alguém que passa os seus erros.

Vamos cá ver uma coisa, infidelidade não tem nada a ver com o esconder um filho do seu verdadeiro pai ou de mentir a outro que julgue ser o pai.

Enfim, vivemos num mundo cruel onde se defende o direito à maternidade mas onde os direitos à paternidade deixam muito a desejar.

 

E “Prontus de maneiras que é assim!”

 

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