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Eu Varufakis porque me apetece!

Sou louco, tenho 45 anos e há na loucura um prazer que só os loucos conhecem.

Sou louco, tenho 45 anos e há na loucura um prazer que só os loucos conhecem.

Quem Conta um Conto...#9 Proibido Parte III

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Tentaram picar o Varu, alguém (Mula  e a Fatia) quiseram saber se o mesmo tem alguma veia literária!
Então eu vou vos provar que não! Na pior das hipóteses o que ele tem é uma ligeira curvatura no amendoim!
Nada de apostas para saber para que lado é!
Venho então confirmar a quem acha que o bicho é totalmente isento de romantismo, ou cenas literárias, o Varu é um tipo básico e a única coisa que quer é saltar para a espinha de uma qualquer dama desprotegida esventrando-a sem qualquer sentimento nem piropos para aquecer o ambiente!
Então cá vai… Nada como começar bem o ano, e com isso meter a minha reputação pelas ruas da amargura!

Esta é dedicada às que não gostam de mim e às que vão passar a não gostar!
Atenção que o que se segue é um misto do tira e põe com alturas em que fica lá dentro (em algumas situações fica mesmo todo lá dentro!), por isso só deve ser lido por maiores de 18 anos e que não sejam facilmente impressionáveis não vá correrem o risco de sonharem com o Varu!

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Ana sentia-se leve, sentia-se sensual e desejada como não se sentia há demasiado tempo!
O seu desejo por Vasco fez com que se olhasse novamente ao espelho e com isso refletisse toda a sua vontade de viver a sua vida ainda que de uma forma dupla.

Ana sabia bem o que estava em causa e jamais ousaria correr o risco de deitar a sua vida a perder, começava a gostar de viver no limiar do perigo, no limite da tesão!

Tinha passado um mês sobre a mensagem que Vasco lhe tinha deixado no chat. Era a noite do baile anual da empresa de Pedro e havia uma festa privada num hotel com vários amigos e parceiros de negócios. Deixou os filhos com a baby-sitter e deslocaram-se para o local.
Ana estava deslumbrante, com um vestido preto com um tecido leve e justo, que colava todas as suas curvas, fazendo que quem olhasse se perdesse nas mesmas!
Um dos amigos de Pedro, Carlos não tirava os olhos de Ana; ela sentiu e de uma forma fria fingia que não via, sorrindo e gargalhando com as conversas de forma natural mas sempre de uma forma sensual, deixando Carlos louco.
Carlos acompanhado de sua mulher, durante a dança pede para trocar de par com Pedro que aceita sem hesitar deixando Ana nas mãos do seu amigo.
Sem perder tempo a segura-a pela cintura e a junta-a si, num jogo de cintura frenético!
Carlos junta o seu rosto moldado por uma barba de meses mas bem aparada, como que a pedir um comentário.
Ana só pensava em como se sentia linda e sexy, sentia a excitação de Carlos a roçar o seu vestido e também ela se sentia excitada.
Separa-se de Carlos antes da música acabar, dizendo que lhe doem os pés e deixa-o especado no meio da pista!

Ana sentia-se a arder, o desejo não a largava, o calor emanava de dentro de si, as suas pernas apertavam-se na tentativa de conter o desejo.
Aquele cubículo era demasiado quente para confinar a tesão que invadia o seu corpo, levando-a a que metesse os seus dedos no seu clitóris, passando ao de leve para sua satisfação.
Movimentos que foram intercalando com a penetração com os seus dedos na sua cona demasiado quente e húmida!
Tenta conter os gemidos, o seu corpo estremece envolto num orgasmo colossal.

Ana volta à sala com as faces rosadas e Segue para o seu quarto com Pedro, onde mais uma vez o sexo seria sem chama e sem prazer! A sua mente e o seu desejo só pensava em Vasco ainda que de algum modo tivesse sentido excitação pelo modo como Carlos olhara para si e do orgasmo que sentira na casa de banho.


No dia seguinte, Ana enche-se de coragem e deixa Pedro a dormir, saindo do quarto em direção à casa de Vasco.
Toca à campainha onde aparece um Vasco seminu, ensonado e ainda ressacado da noite que teria acabado há menos de uma hora!
Ana apresenta-se com um vestido vermelho de apertar à frente, apenas preso por uma fita. Assim que ele abre a porta, desaperta-a, deixando a descoberto toda a sua beleza e ficando totalmente nua à frente de Vasco.
Toma então a iniciativa de tapar os olhos a Vasco usando a fita, antes que ele tivesse esboçado qualquer resposta!
Queria ser ela controlar a situação!
Ana acompanha Vasco ao sofá, beijando-o na boca com beijos languidos de excitação, ao mesmo tempo que lhe retira a pouca roupa que Vasco teria vestida.
Senta-o no sofá, e vai beijando o seu corpo descendo de forma lenta mas precisa, pois ela sabia bem o que procurava!
Vasco tentava tocar em Ana, mas ela facilmente desviava as suas mãos atrevidas, era ela quem queria dominar.
Aproximando-se do pau de Vasco como que num golpe, segura-o com uma mão de maneira a senti-lo bem duro. Sem que Vasco estivesse à espera sente que Ana lhe cuspira a cabeça da sua verga! Massajando-a de uma forma a que a sua virilidade fosse ainda mais notada.
Nisto Ana debruça-se sobre ele e começa a passar a língua de baixo para cima, enquanto segura o seu caralho, até passar a língua na glande e com isso abocanha-la deforma vigorosa e gulosa! Soltando ligeiros gemidos de vontade e prazer em levar vasco à loucura!
Vasco estremece, o seu corpo arde de desejo, mais uma vez ele estava absolutamente envolvido por aquela mulher que sabia exatamente como deixar louco!
O seu caralho latejava na boca de Ana com aquele broche, Ana queria sentir o sémen de Vasco na sua boca, ela sentia-se completamente louca de vontade.
Ana que sempre se negara a fazer tudo até ao fim com Pedro, ali com Vasco tudo lhe parecia normal e nunca pensou sequer em não o fazer!
Vasco explode na boca de Ana, que não dá parte fraca num misto de engasgo e de prazer e delicia-se até à última gota, deixando-o a delirar só de imaginar a boca de Ana cheia da sua esporra.
Nisto Ana aproxima-se beijando-o, para que ele sentisse que ela tinha bebido da sua tesão, do seu ser, da sua essência!
A sua cona, estava ao rubro, babava de desejo em sentir o caralho dentro de si.
Sentou-se em cima dele, aproveitando-se da tesão, cavalgando em cima dele, não permitindo que ele colocasse os seus olhos a descoberto!

A cavalgada era frenética, Ana gemia, acumulava orgasmos e pedia para que Vasco a fodesse cada vez mais fundo, dizendo-lhe ao ouvido;

Sou a tua puta... Fode-me!

Nisto Artur que passara a noite em casa de Vasco por ter-se zangado com a sua mulher, sai do quarto de hóspedes e dá de caras com aquele espetáculo de sexo puro e duro, tenta esconder-se para não ser visto.
Fica a olhar, também ele fica com tesão e masturba-se enquanto vê, escondendo-se para não ser detetado.
Artur estava errado, Ana deu pela sua presença, mas não se acanhou e continuou a foder em cima de vasco cada vez com mais prazer, fingindo não saber da presença de Artur. Ana queria o Vasco, mas sentia o prazer de estar a ser vista.
Vasco passa a língua nas mamas de Ana os seus corpos unem-se em gemem em uníssono uma última vez, num êxtase tal que os seus orgasmos se cruzam numa luta diabólica de prazer, fazendo com que os seus dois vibrassem de prazer. Encostados um ao outro, numa respiração acelerada, Vasco delicia-se com aquele corpo magnífico. Mas Ana, num impulso desenvencilha-se do abraço e fica totalmente alerta.

Tenho que ir! - Ana levanta-se e pega na roupa para sair de casa.

Vasco sente-se ainda a acordar de um sonho tira a venda e diz-lhe Não vás! Mas fica sem resposta, pois Ana estava decidida a voltar para ao pé de Pedro que deixara ainda a dormir no hotel.
Vasco, sem reação, fica sentado no sofá a tentar entender o furacão chamado Ana que lhe rompera a pacatez da sua vida e lhe trouxera o inesperado nesse novo ano de 2016.

 

 

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