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Eu Varufakis porque me apetece!

Sou louco, tenho 45 anos e há na loucura um prazer que só os loucos conhecem.

Sou louco, tenho 45 anos e há na loucura um prazer que só os loucos conhecem.

O Varu em celebracão!

Em suma, não faço a mínima ideia de como aqui cheguei e nem tão pouco faço a mínima como irei seguir a partir daqui.


Pode dizer-se que existem mil e uma teorias, mil e um livros sobre o assunto e se formos para aquilo que é a dita opinião popular, então ai existem opiniões que chegam ao infinito e mais além.


Posso dizer que ao longo destes anos fui desenvolvendo várias teorias, algumas delas chegaram a ser que o melhor seria parar, todos nós temos aquele momento em que perante uma ou outra adversidade equacionamos de valerá ou não a pena.


De facto como em tudo na vida isto acaba por ter sempre a ver com a capacidade de superação e até quem sabe de algum renascimento.


Eu a minha mais-que-tudo celebramos as bodas de prata!


Somos ambos muito novos, com muito sangue na guelra, com ambições e com o desejo de não nos acomodarmos.
Se hoje somos novos, quando casamos eramos uns putos, não casamos por obrigação, casamos sim, por aquilo que se chama amor.


Isto dito por mim que se auto intitula não acreditar no amor, até parece uma heresia, mas de facto naquele momento tudo parecia se conjugar os universos estavam alinhados e assim decidimos.


Podia estar aqui a falar da vida dos projetos e das vivências passadas, poder até podia mas não isso que vou fazer.
O que quero dizer é que, não sabendo muito bem o que o futuro me reserva, aqui o Varu, sendo um bicho de sangue quente tem feito os possíveis para se reinventar e com isso tentar que apesar de não ser uma surpresa possa estar ao nível daquilo que se espera dele.


O casamento é de facto algo de inexplicável, não arrisco sequer numa teoria para fazer com que ele seja bem-sucedido, arrisco apenas a dizer que oiço constantemente “tens uma mulher linda, toma juízo, trata-a bem!”
Claro que sim, até porque a Mais-que-tudo não é mulher de se ficar e um dia que eu me espalhe ao comprido bem posso esperar por ter o tapete à porta.


Passados estes 25 anos, não posso deixar de pensar que não poderia ter escolhido melhor mulher, melhor mãe para os meus filhos e até melhor amiga.


Estou longe de ser o marido e até o pai perfeito, mas nada é perfeito e quem sabe se o segredo não será esse!

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