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Eu Varufakis porque me apetece!

Sou louco, tenho 45 anos e há na loucura um prazer que só os loucos conhecem.

Sou louco, tenho 45 anos e há na loucura um prazer que só os loucos conhecem.

Varu A Fazer Asneiras desde 1972

Eu não sei se com os outros é assim, mas aqui o bicho tem uma aptidão nata para se meter em encrencas e assim de um momento para o outro dar cabo da pouca reputação que me restava!

 

 

 

Nunca vos aconteceu, terem de fazer alguma coisa e pensarem, ninguém vê, "é só esta" e quando dão por ela, parece que meio mundo se vira e vos apanha em flagrante!


Tipo por exemplo, vou fazer uma manobra proibida, olhas para todos os lados e passas o sinal continuo, e ouves as sirenes! Pimba… Busted!

 

Então mas eu olhei… Não vi ninguém como é que é possível!


Hoje aconteceu-me uma ainda mais grave, bem mais grave, estou possesso!


Então não é que está a chover! E eu o do café entre outros, sim porque eu sou um homem de vícios e quando me dá as ganas não há como as contrariar.


Decidi sair para ir beber um café, mas a chuva teima em não dar tréguas… Procuro um chapéu e…
Dentro da lata só estava um chapeu, cor-de-rosa às bolinhas brancas!|


Fogo… isto não me está a acontecer, ok que se lixe, quem não deve não teme, e eu antes de chegar ao café escondo-o e também a esta hora o café deve estar vazio!


Logo que meto um pé fora da porta! Estava um carro parado do outro lado da estrada com o condutor la dentro e que por sinal…
Tinha de ser o único Gay que trabalha aqui na rua!!!


Isto há coisas do demónio! Nunca mais saio à rua!


E lá fui eu a ver se o gajo não me via!! Acho que não tive sorte nenhuma!

O Varu arrepiado!

A estupidez Humana é e será sempre uma questão intrínseca e nunca resultado de uma aprendizagem continua!
Só desta forma é que eu consigo encontrar alguma explicação para determinadas atitudes que vêm sendo praticadas pelos Portugueses em geral!


Facto -

Varu é um esquecido e destrambelhado, e  como consequência dos seus actos viu-se entalado, sem saber para que lado se virar, todo nu e cheio de frio!
Não, lamento informar-vos mas a mais-que-tudo ainda não me meteu na rua (ainda)!


O que aconteceu foi que por castigo (eu assumo que mereço) o gás acabou quando eu estava no banho!


O Varu, mora a dois passos de lisboa, mas tem a comunicar que o progresso é assim qualquer coisa que às vezes passa ao lado e como tal, se o Varu não foi ao gás, olha…Tivesses ido!


Sou um gajo forte (Não podia dar parte fraca) e lá me envolvi de agua gelada e sai do banho com um ar que mais parecia um explorador da Antártida!


Chegado à loja deparei-me com um tipo todo super/Hiper bem vestido, numa conversa muito fundamentada com o vendedor.
Aquilo era ali uma cena toda cheia de argumentos que eu, que tinha acabado de chegar até fiquei parvo!


Pensei... Mas quem leva um banho de água gelada és tu e este mamífero é que está aqui a dissertar sobre tudo e nada!
Passados alguns minutos só retive… “Pronto está aqui o cheque, agora por favor veja lá se levam o gás, pois da ultima vez não levaram!”
O Homem sai, no seu bruto mercedes (passo a publicidade) e o Varu fica a olhar, o vendedor a olhar fica e pronto, mais valia que tivesse passado uma Varuzinha na rua, ao menos sempre dava por melhor empregue o meu olhar!


Bom dia quero uma bilha de gás para entregar ao domicílio (que o varu é fraquinho) cartão MB pago… adeus e um queijo que eu estou gelado e preciso de procurar o amendoim!


No carro fui a fazer a reconstrução da coisa, a sério pá! Pagar o gás por cheque?! Algo vai mal no reino de Portugal!
Muito honestamente, porque estamos em semana de eleições, o povo é e continua a ser burro, isto não é conjuntural, mas sim estrutural!

Como é que alguém vai comprar uma bilha de gás com um cheque?!


Se não todos, pelo menos há uma enorme maioria que continua a praticar os mesmos atos que até então foram praticados, será possível que não tenham tido a capacidade de aprender que o ser humano só tem capacidade de resistir ao ataque cardíaco, que dificilmente se sobrevive ao segundo?


Peço, por favor, paremos para refletir, o que se passou com Portugal e com a nossa soberania foi por demais gravoso, não permitam que voltemos atrás!
A mudança parte de cada um de nós, não faço apelos ao votos nem a políticos, faço apenas o apelo á consciência individual de quem sem dinheiro não há vícios!

 

Caso a responsabilidade não seja uma capacidade inata, pelo menos que seja uma forma de aprendizagem e que possa ser colocada em prática para o bem de todos!
No meu caso, foi aprendia à força, pois o banho de água fria deu cabo do amendoim!

 

O Varu fez Curto-Circuito!

Estou todo queimadinho!

A serio que eu até me considero um gajo “open mind” mas vezes à vontade não é à vontadinha!


O que é feito dos tempos em que eu não dava um beijo na boca à minha namorada em frente aos seus pais ao até em frente aos meus! Em especial em frente à minha mãe que sempre teve mau feitio em relação às namoradas dos filhos!


Recordo-me perfeitamente das cenas que a minha mãe fazia em relação às namoradas dos meus irmãos e às minhas, embora aqui tenha sido mais inteligente e apresentei-lhe o menor numero possível! 

Não havia cá o “sentadinhos no sofá com a manta por cima” proximidades” com as mãos escondidas!

Tinha de estar ali tudo por perto e muito menos havia a chance de elas entrarem no nosso quarto e haver o azar de a porta de encostar! Fogo estamos a falar da mãe de rapazes! Era demais! Sim era.

Quando levei a mais que tudo lá a casa ela dormiu no quarto da minha irmã! E eu ali a tentar dar alpista ao Canário!


Eu sou pai de dois rapazes, de certa forma tento levar a cena na boa, por mais que uma vez que o meu filho trouxe a namorada cá a casa, quando estamos presentes ou até quando não estamos (situação preferencial, para ambos).


Acontece que ontem eu cheguei tarde e ele disse-me ao almoço,
“Logo a… Vem cá jantar!”
Certo, fala com a mãe porque eu não vou jantar em casa, vou chegar tarde!
Até aqui tudo bem… até à parte de…
Ela vai dormir cá em casa!


Ya na boa… É estranho ter o filho a pinar no quarto ao lado, mas pronto já tem mais de 20 e não vou ser eu que vou dizer não!
Até porque se os pais dela não lhe dizem, então tu vais dormir na casa dele? Não tens vergonha? Não te sentes de certa forma envergonhada?!
Não é claro que não! Digo eu, até porque factos não há argumentos!


E neste momento estou em casa, porque hoje tive mesmo de ficar em casa e eles estão a “escolhambar" tudo aqui mesmo ao lado! É que ainda não saíram do quarto!


Já tive de sair, mas tive de regressar, curiosamente hoje tenho mesmo de ficar em casa!


Das duas uma… ou é sempre a ripar, ou então prefiro acreditar na versão de uma amiga minha que tem uma filha da idade do meu e que o namorado já lá dormiu em casa, então a versão dela é: 
Que não acontece nada, que a filha não é uma máquina de sexo, que eles respeitam o facto de estarem na casa dos pais dela com eles no quarto ao lado!

Que por exemplo ela respeita quando dorme na casa de outras pessoas, que não é capaz de ter relações! Eu não respeito nada, não tinha mais nada que fazer!


Enfim… Eu disse que tinha queimado um fusível não foi!

 

Pois mas parece-me que acabei de queimar o quadro elétrico na sua totalidade!

Pronto, acabei de queimar também o meu post 200, mas olhem se eu não escrever mais nenhum, já sabem que é porque o circuito ficou totalmente destruído!

O Varu em versão PAI

Um pai é sempre um pai, mais não seja para dizer as maiores parvoíces do mundo!


E é o que eu normalmente faço, ainda que não perceba nada do assunto, tenho a tendência para mandar sempre umas bacuradas e às vezes (quase sempre) acerto!


O meu Varu primogénito anda numa rica vida, é só trabalho, borgas e gajas! Eu não faço ideia onde é que ele foi arranjar espirito para estar sempre tão bem rodeado, de facto (baba de pai) o tipo anda sempre muito bem rodeado, é brincalhão, muito bem-parecido e super inteligente, a única coisa que ele do Varu tem do Varu é mesmo o mau feitio.


Há uns tempos atrás e porque nós vivemos afastados da civilização, a cria, ia dizendo, hoje fico a dormir na casa de fulana, pois vou sair muito tarde, vou a um jantar/festa e para não vir a conduzir vou dormir na casa dela.
Isto, aconteceu uma vez… Duas vezes e aqui o Pai começou a estranhar!


Então pergunto-lhe eu! “Ouve lá a tua namorada não se importa que fiques na casa da tipa!”
Diz ele de pronto… “Não, tu conheces a miúda, a namorada também, ela é gorda e feia! Nós só nos damos muito bem, ela considera-me o seu melhor amigo!
Não há nada, nem hipótese de haver, somos apenas amigos!”
A minha resposta pronta… “Tu vê lá, pois tu dás-lhe apoio, ris-te para ela, estás presente e ela começa a pensar que lhe estás a dar uma abébia, e depois esquece lá isso, que as gordas e feias também gostam e fodem, ou pelo menos gostavam de!”
“Lá estás tu, és sempre a mesma coisa! Para ti é tudo igual, deixa-te de merdas!”
As coisas que Um Varu tem de ouvir de um filho!


Nisto… Eu já nem disse mais nada, se a namorada não se importa, se ele não se importa, quem sou eu para dizer que a miúda queria mais!


Enfim… Eu sou o gajo que de facto percebe disto à Brava!
“Pai… Tinhas razão (adoro ouvir isto)! A tipa revelou-se à grande e mandou-se a mim, numa de sedução e eu acabei por me vir embora, ela ficou super zangada comigo!”


Resposta, cliché… “Eu Avisei-te!”

E Prontussss de maneiras que é assim!

 

O Varu em Versão Rei

A todo o reino e mais além.


A Casa do Rei Varufakis comunica que convoca todo o seu reino a participar nas suas festividades.


Que todas as Varuzinhas se preparem a rigor para celebrar mais um aniversário de sua Alteza!


O Vosso Rei aguarda-vos no salão nobre da sua toca!


Alerta-se a todas as Varuzinhas que pretendam agradar ao seu Rei de forma mais privada que devem contactar com o secretário real, no sentido de prevenir um engarrafamento nos corredores do Castelo!


Estão abertas as festividades!

"Long Live the Varu!"

Quem Conta um Conto...#9 Proibido Parte III

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Tentaram picar o Varu, alguém (Mula  e a Fatia) quiseram saber se o mesmo tem alguma veia literária!
Então eu vou vos provar que não! Na pior das hipóteses o que ele tem é uma ligeira curvatura no amendoim!
Nada de apostas para saber para que lado é!
Venho então confirmar a quem acha que o bicho é totalmente isento de romantismo, ou cenas literárias, o Varu é um tipo básico e a única coisa que quer é saltar para a espinha de uma qualquer dama desprotegida esventrando-a sem qualquer sentimento nem piropos para aquecer o ambiente!
Então cá vai… Nada como começar bem o ano, e com isso meter a minha reputação pelas ruas da amargura!

Esta é dedicada às que não gostam de mim e às que vão passar a não gostar!
Atenção que o que se segue é um misto do tira e põe com alturas em que fica lá dentro (em algumas situações fica mesmo todo lá dentro!), por isso só deve ser lido por maiores de 18 anos e que não sejam facilmente impressionáveis não vá correrem o risco de sonharem com o Varu!

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Ana sentia-se leve, sentia-se sensual e desejada como não se sentia há demasiado tempo!
O seu desejo por Vasco fez com que se olhasse novamente ao espelho e com isso refletisse toda a sua vontade de viver a sua vida ainda que de uma forma dupla.

Ana sabia bem o que estava em causa e jamais ousaria correr o risco de deitar a sua vida a perder, começava a gostar de viver no limiar do perigo, no limite da tesão!

Tinha passado um mês sobre a mensagem que Vasco lhe tinha deixado no chat. Era a noite do baile anual da empresa de Pedro e havia uma festa privada num hotel com vários amigos e parceiros de negócios. Deixou os filhos com a baby-sitter e deslocaram-se para o local.
Ana estava deslumbrante, com um vestido preto com um tecido leve e justo, que colava todas as suas curvas, fazendo que quem olhasse se perdesse nas mesmas!
Um dos amigos de Pedro, Carlos não tirava os olhos de Ana; ela sentiu e de uma forma fria fingia que não via, sorrindo e gargalhando com as conversas de forma natural mas sempre de uma forma sensual, deixando Carlos louco.
Carlos acompanhado de sua mulher, durante a dança pede para trocar de par com Pedro que aceita sem hesitar deixando Ana nas mãos do seu amigo.
Sem perder tempo a segura-a pela cintura e a junta-a si, num jogo de cintura frenético!
Carlos junta o seu rosto moldado por uma barba de meses mas bem aparada, como que a pedir um comentário.
Ana só pensava em como se sentia linda e sexy, sentia a excitação de Carlos a roçar o seu vestido e também ela se sentia excitada.
Separa-se de Carlos antes da música acabar, dizendo que lhe doem os pés e deixa-o especado no meio da pista!

Ana sentia-se a arder, o desejo não a largava, o calor emanava de dentro de si, as suas pernas apertavam-se na tentativa de conter o desejo.
Aquele cubículo era demasiado quente para confinar a tesão que invadia o seu corpo, levando-a a que metesse os seus dedos no seu clitóris, passando ao de leve para sua satisfação.
Movimentos que foram intercalando com a penetração com os seus dedos na sua cona demasiado quente e húmida!
Tenta conter os gemidos, o seu corpo estremece envolto num orgasmo colossal.

Ana volta à sala com as faces rosadas e Segue para o seu quarto com Pedro, onde mais uma vez o sexo seria sem chama e sem prazer! A sua mente e o seu desejo só pensava em Vasco ainda que de algum modo tivesse sentido excitação pelo modo como Carlos olhara para si e do orgasmo que sentira na casa de banho.


No dia seguinte, Ana enche-se de coragem e deixa Pedro a dormir, saindo do quarto em direção à casa de Vasco.
Toca à campainha onde aparece um Vasco seminu, ensonado e ainda ressacado da noite que teria acabado há menos de uma hora!
Ana apresenta-se com um vestido vermelho de apertar à frente, apenas preso por uma fita. Assim que ele abre a porta, desaperta-a, deixando a descoberto toda a sua beleza e ficando totalmente nua à frente de Vasco.
Toma então a iniciativa de tapar os olhos a Vasco usando a fita, antes que ele tivesse esboçado qualquer resposta!
Queria ser ela controlar a situação!
Ana acompanha Vasco ao sofá, beijando-o na boca com beijos languidos de excitação, ao mesmo tempo que lhe retira a pouca roupa que Vasco teria vestida.
Senta-o no sofá, e vai beijando o seu corpo descendo de forma lenta mas precisa, pois ela sabia bem o que procurava!
Vasco tentava tocar em Ana, mas ela facilmente desviava as suas mãos atrevidas, era ela quem queria dominar.
Aproximando-se do pau de Vasco como que num golpe, segura-o com uma mão de maneira a senti-lo bem duro. Sem que Vasco estivesse à espera sente que Ana lhe cuspira a cabeça da sua verga! Massajando-a de uma forma a que a sua virilidade fosse ainda mais notada.
Nisto Ana debruça-se sobre ele e começa a passar a língua de baixo para cima, enquanto segura o seu caralho, até passar a língua na glande e com isso abocanha-la deforma vigorosa e gulosa! Soltando ligeiros gemidos de vontade e prazer em levar vasco à loucura!
Vasco estremece, o seu corpo arde de desejo, mais uma vez ele estava absolutamente envolvido por aquela mulher que sabia exatamente como deixar louco!
O seu caralho latejava na boca de Ana com aquele broche, Ana queria sentir o sémen de Vasco na sua boca, ela sentia-se completamente louca de vontade.
Ana que sempre se negara a fazer tudo até ao fim com Pedro, ali com Vasco tudo lhe parecia normal e nunca pensou sequer em não o fazer!
Vasco explode na boca de Ana, que não dá parte fraca num misto de engasgo e de prazer e delicia-se até à última gota, deixando-o a delirar só de imaginar a boca de Ana cheia da sua esporra.
Nisto Ana aproxima-se beijando-o, para que ele sentisse que ela tinha bebido da sua tesão, do seu ser, da sua essência!
A sua cona, estava ao rubro, babava de desejo em sentir o caralho dentro de si.
Sentou-se em cima dele, aproveitando-se da tesão, cavalgando em cima dele, não permitindo que ele colocasse os seus olhos a descoberto!

A cavalgada era frenética, Ana gemia, acumulava orgasmos e pedia para que Vasco a fodesse cada vez mais fundo, dizendo-lhe ao ouvido;

Sou a tua puta... Fode-me!

Nisto Artur que passara a noite em casa de Vasco por ter-se zangado com a sua mulher, sai do quarto de hóspedes e dá de caras com aquele espetáculo de sexo puro e duro, tenta esconder-se para não ser visto.
Fica a olhar, também ele fica com tesão e masturba-se enquanto vê, escondendo-se para não ser detetado.
Artur estava errado, Ana deu pela sua presença, mas não se acanhou e continuou a foder em cima de vasco cada vez com mais prazer, fingindo não saber da presença de Artur. Ana queria o Vasco, mas sentia o prazer de estar a ser vista.
Vasco passa a língua nas mamas de Ana os seus corpos unem-se em gemem em uníssono uma última vez, num êxtase tal que os seus orgasmos se cruzam numa luta diabólica de prazer, fazendo com que os seus dois vibrassem de prazer. Encostados um ao outro, numa respiração acelerada, Vasco delicia-se com aquele corpo magnífico. Mas Ana, num impulso desenvencilha-se do abraço e fica totalmente alerta.

Tenho que ir! - Ana levanta-se e pega na roupa para sair de casa.

Vasco sente-se ainda a acordar de um sonho tira a venda e diz-lhe Não vás! Mas fica sem resposta, pois Ana estava decidida a voltar para ao pé de Pedro que deixara ainda a dormir no hotel.
Vasco, sem reação, fica sentado no sofá a tentar entender o furacão chamado Ana que lhe rompera a pacatez da sua vida e lhe trouxera o inesperado nesse novo ano de 2016.